Gerenciamento de informações

O corpo técnico executa gestão permanente de conhecimento e documental, ocorrendo atualização recorrente dos formulários e extração dos dados de operação.

Usuários: verifiquem regularmente se as pastas e arquivos seguem a estrutura obrigatória (tanto para LC quanto GC).

Detalhes das normas do GCMS constam no Regimento específico. Por paralelismo, se aplicam ao HPLC.

 

Organização dos arquivos e dados de amostras

Existem duas estruturas obrigatórias no sistema: a primeira refere-se a “árvore” de pastas no diretório do sistema (Tabela 1), e a segunda em como os arquivos  do software de cromatografia (sejam estes de análise, método, batelada, etc.) devem ser nomeados (Tabela 2).

HPLCGCMS
▼ Data
► Central de Análises
► Multiusuário
▼ Laboratório
▼ Operador
▼ Colegas*
► Data**
► MetDev***
▼ Projeto
► Data**
► MetDev***
▼Data
► Central de Análises
► Multiusuário
▼ Laboratório
▼ Operador
► Data*
► Métodos****
*Colegas: para salvar análises de amostras cujo "don@" é do mesmo laboratório, porém diferente do operador
**Data: dia de execução, modelo YYMMDD. E.g.: 17/02/23 → 230217
***MetDev (HPLC): salvar nesta pasta o arquivo de método e as corridas que foram necessárias para desenvolvimento de método.
****Métodos (GCMS): salvar apenas arquivos de método. Demais arquivos são adicionados por dia de execução.
Tipo de arquivo

Adendo

HPLC

GCMS

Análise (.lcd , .qgd)Com método já definido[Operador]_tagAnalito_[data]_[###][Operador]_tagAnalito_[data]_[###]
Método ainda em desenvolvimento;[Operador]_tagAnalito_[data]_MetDev[###]
Método (.lcm , .qgm)Salvar na pasta "MetDev" (HPLC) ou "Métodos" (GC)tagAnalito_[detectores]_[data]tagAnalito_[data]
Batelada (.lcb , .qgb)Possui setup específico de operador e nome de arquivo de análises – consulte o corpo técnico.

tagAnalito_[data]

Report (.lsr , .qgr)Salvar na pasta do operador

Sem modelo definido

LEGENDA

Operador: Primeiro nome + demais iniciais.
E.g.: José da Souza Silva → JoseSS
###: número ordinal de três dígitos, sequenciando conforme execução.Detectores: PDA, MS ou PDAMSData: em formato YYMMDD, descrito acima.
E.g.: 14/02/24 → 240214)
tagAnalito: identificação semi-customizada referente analito ou natureza da amostra. E.g.: DerivadoDisseleneto, FAMEs, ciclohexano.

EXEMPLOS

cafeina_PDA_230120 (um arquivo de método para HPLC, criado no dia 20/01/23)

JoseSS_cafeina_230120_MetDev001 (primeira corrida do desenvolvimento de método)

JoseSS_cafeina_230210_001 (uma corrida com método já elaborado)

cafeina_230315 (um arquivo de batelada)

Campos específicos do software

Durante a inserção de amostras, há quatro campos que são acessados pelo software e que devem ser considerados (sendo os dois primeiros obrigatórios, e os dois últimos recomendados):

  • Sample Name: nome IUPAC/ usual do composto (não invente códigos)Esse campo auxilia na identificação pela equipe técnica do que você está injetando
  •  Sample ID: “códigos de caderno”, a critério do operador;
  • Comment: para inserção de comentário descritor (diluição, natureza da amostra, parâmetros do método, volume de injeção, etc.) 
  • Sample Type: para definir se uma análise é de controle, desconhecida, ponto de curva de calibração (quando usa-se o software no tratamento de dados)